TRAJETÓRIA DE SUCESSO
                                                                                         

                          A migração das rádios AM para FM foi incitado por meio de um decreto assinado, em 2013, pela ex-presidenta Dilma Rousseff. De acordo com o governo federal, 1.386 das 1.781 estações AM existentes no país aderiram à migração, equivalente a 77% das emissoras que atuam nesta frequência.

           

                            Para o Ministério das Comunicações o maior objetivo é fortalecer as emissoras de rádio que hoje são prejudicadas por interferência no dial AM. Quanto maior a cidade mais difícil é a captação do sinal. Ao mudar para o FM, essas rádios terão um aumento da qualidade do áudio.

 

                              A Paraense foi uma das emissoras que assinaram o termo e em seguida apresentaram projeto técnico de instalação das novas frequências, através de solicitação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável pela permissão de uso.

Para migrar à faixa FM, a direção da rádio teve como base principal, o empenho, a força de vontade e muita, mas, muita determinação. Houve a necessidade da troca do seu sistema de transmissão de sinal, que inclui transmissor, antena e equipamentos auxiliares.

 

                         Jucivaldo Nascimento reconhece o apoio de amigos, como Marquinhos Bulhões, do Grupo RTP, e do engenheiro eletrônico, Dr. Daniel, entre muitos outros, que não mediram esforços para apoiar a empreitada. Aos profissionais que atuam e que passarão a integrar a programação, ele agradece o empenho e deseja que os mesmos continuem levando aos lares de Castanhal, o que a Paraense tem de melhor.

                               Sucesso e audiência marcam a estreia da Paraense FM 
                                                              Em 07 setembro 2017

 

                                 Há exatamente 90 anos, o dia 7 de setembro de 1922 marcou a primeira transmissão de rádio no país que ocorreu simultaneamente à exposição internacional em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa, isso foi possível por meio de um transmissor de 500 watts, instalado no alto do Corcovado. Apenas 80 receptores espalhados na capital e nas cidades fluminenses de Niterói e Petrópolis acompanharam a transmissão experimental, que teve ainda música clássica - incluindo a ópera O Guarani, de Carlos Gomes - durante toda a abertura da exposição.

                               À frente da iniciativa estava o cientista e educador, Edgar Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão brasileira. “Segundo o depoimento do próprio Roquette, praticamente ninguém ouviu nada da transmissão, porque o barulho da exposição era muito grande. Os alto-falantes eram relativamente fracos, mas mesmo assim causou uma certa sensação a transmissão do discurso do presidente Epitácio Pessoa e das primeiras músicas”, contou o historiador, Milton Teixeira. 

                    07 de setembro, data em que se comemora a Independência do Brasil e o pai da radiodifusão brasileira, Edgar Roquete Pinto, foi a data escolhida para o começo de uma nova era para a Rádio Paraense, uma das primeiras da região a migrar para o sistema FM. 

No ar desde 15 de junho de 2011, Paraense AM, emissora do Sistema Lageado de Comunicação, tendo à frente o jornalista Jucivaldo Nascimento, foi responsável por levar aos ouvintes de Castanhal e região nordeste, música, esporte, notícias, o melhor da informação e do entretenimento.
    
                        Nesse período a Paraense teve o apoio incondicional dos ouvintes que abraçaram a programação feita do jeito que o castanhalense gosta. O estilo popular, deu tão certo, que a rádio passou a ser conhecida como “A voz da nossa gente” e deve manter a popularidade e o título conquistados nessa nova fase.

                             A partir de hoje a Paraense FM entra para a história de Castanhal. Diferente de 1922 onde 80 receptores estavam espalhados pelo Rio de Janeiro, hoje, nessa nova era digital, somos dezenas de milhares sintonizados no som do carro, da casa, no rádio ou simplesmente nos aparelhos celulares. Os alto falantes fracos daquela época, deram espaço a equipamento de ponta, alta tecnologia que inclui no sistema: transmissor, antena e equipamentos auxiliares. Alias, nosso parque de transmissão fica em local privilegiado com uma torre de quase 60 metros e a mais de 100 metros do nível do mar, expandindo o sinal de qualidade pra toda a nossa gente. 

                         Hoje temos o que há de melhor e mais moderno em toda essa região. Tudo para ficarmos à altura dos nossos ouvintes, que por seis anos nos prestigiaram e nos valorizaram na AM. São eles os responsáveis por adotarmos o jeito diferente e popular em levar o entretenimento e a informação aos cidadãos dessa cidade. 

                           Assim como no Rio de Janeiro, com Roquette Pinto, em Castanhal, Jucivaldo Nascimento, é o nosso apaixonado pela radiodifusão. Um homem respeitado, jornalista com uma trajetória política pautada na credibilidade, um sonhador que mantém suas crenças e convicções pautadas na ética, no jornalismo com imparcialidade. 

                     Sonho, paixão, amor, determinação e muito empenho. Qualidade em áudio e programação. A partir deste 07 de setembro, você vai sintonizar a rádio mais popular de toda a Castanhal, a Paraense FM, na frequência 102,1, que continuará sendo "A voz da nossa gente".

Por Divania Batista (Paraense FM)